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30 Moedas de prata – Uma exploração sobre corrupção, suborno, transparência e justiça na escritura Cristã.

POR DRA. PAULA GOODER – TEÓLOGA EM RESIDÊNCIA, SOCIEDADE BÍBLICA DO REINO UNIDO
Trinta peças de prata – reflexões bíblicas de sobre a corrupção à sombra da cruz

EM RESUMO:
A espiritualidade e a resistência à corrupção estão intimamente ligadas na Bíblia, onde o comportamento correto está inexoravelmente ligado à adoração a Deus. Isso molda as atitudes em relação à corrupção em toda a Bíblia.
A palavra “corrupção” nas Bíblias inglesas tem mais a ver com decadência do que com “corrupção institucional”, mas a palavra “suborno” é valiosa para nos ajudar a entender a posição da Bíblia sobre o assunto. O suborno é profundamente condenado porque mina a imparcialidade esperada dos que estão no poder.
Parte do pecado de Adão e Eva no jardim era agir com interesse próprio para obter o conhecimento do bem e do mal, um interesse próprio que os cegou para o comando de Deus.
A preocupação de Samuel com o pedido do povo por um rei era que isso daria ao rei muito poder e abriria a porta para a corrupção. Na realidade, o rei era visto como governante no lugar de Deus e esperava-se que vivesse os mesmos princípios que Deus. Não havia espaço para corrupção de qualquer tipo no reinado de Israel. O reinado de Jesus nos deu um vislumbre do que a realeza deveria parecer.
A razão pela qual a usura, ou emprestar dinheiro a juros, foi condenada é porque encorajou a acumulação de riqueza por parte de alguns e o consequente empobrecimento de outros.
Jesus viveu em um mundo marcado pela corrupção e ganância e seu ensino procurou mostrar às pessoas como viver em tal mundo com dignidade gentil e generosa.
A resposta de Zaqueu após a visita de Jesus, bem como o ensinamento de Jesus sobre o dinheiro, ilustra que Jesus era intransigente em sua oposição ao interesse próprio e à ganância.
Três vinhetas na última semana da vida de Jesus mostram o quanto os conflitos em que Jesus esteve envolvido levantam questões sobre corrupção:
A limpeza de Jesus no templo criticou a adoração no Templo por não mais ter como foco principal o encontro das pessoas com Deus.
O suborno de Judas com dinheiro destinado a aumentar a adoração no Templo revela o que pode dar errado quando o interesse próprio se torna mais importante que a justiça e a imparcialidade.
As provações de Jesus também ilustram o que pode acontecer quando o medo e o interesse próprio fazem com que os princípios da justiça sejam abandonados.
A Bíblia apresenta um forte desafio para todos nós abandonarmos o interesse próprio e vivermos de acordo com os princípios de justiça e imparcialidade de Deus. A última semana da vida de Jesus, incluindo sua morte, ilustra o que pode dar errado quando ignoramos esse chamado.


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